O ato de pedalar deve ser o mesmo, certo? O que, então, torna uma pedalada diferente da outra? A aventura, meus amigos! Tá, não foi somente por isso. Mas já explico. Trabalho a alguns minutos da minha casa, mas NUNCA tinha ido de bicicleta. Sempre na dependência de ônibus, carona, etc – não dirijo, apesar de ter um carro em casa! Ontem, conversando com um amigo da Redação que mora próximo a minha casa, decidimos que iríamos trabalhar de bike nesta sexta.
Ok, cada um na sua, certo? “Não”, ele disse. “Vamos na minha bicicleta dupla!”. Beleza, topei o desafio. Marcamos um horário, mas ele se atrasou. Quando estava quase desistindo, meu colega me liga e diz que em pouco tempo estaria em casa. Saimos um pouco atrasado, claro. Mas chegamos a tempo. No início, fiquei trêmulo. Nunca havia andado nunca bicicleta dessas! Mas logo fui me acostumando. Apesar da falta de equilíbrio inicial.
O percurso – totalmente inédito para mim, diga-se de passagem -foi feito em menos de 20 minutos. Ao longo do caminho, curiosos nos olhavam, parecia que estávamos numa nave especial. Claro que nem liguei para isso, mas confesso que foi uma experiência e tanto. Como havíamos combinado retornamos juntos. Desta vez, porém, chegamos bem mais cedo. Combinamos mais pedaladas nesse estilo. Já para a próxima semana.
A trilha sonora? Infelizmente, por respeito ao meu amigo, não liguei o iPod. Por isso, escrevo ao som enérgico de Kasabian (Empire). Mas se tivesse que escolher uma canção (ou um ritmo) para tocar durante a pedalada, certamente seria algo mais calmo. Lizt ou Beethoven, talvez.
